10. DUAS CONFISSÕES, UM CATACLISMO NUCLEAR

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Arte: Jean Guelre

Por Marcelo Santos

Aflição. Esse foi o primeiro sentimento que me despertou a leitura do conto “Duas Confissões”. E não é pelo lado ruim não, muito pelo contrário. Até porque a tensão criada no diálogo do casal é claramente proposital e muito bem calculada pelo autor.

Não tem como não se envolver com a tentativa do marido em dar aquele “migué” na esposa e com o total menosprezo dela a cada frase proferida pelo “pobre coitado”. Aliás, que homem nunca viveu uma situação enfadonha dessa em que a mulher parece ter acordado com o único propósito de implicar?! Coisa que alguns chamam de TPM e outros, mais permanentemente, de casamento.

– Uma breve pausa para ataques feministas contra quem escreve esta resenha. –

Deixando experiências próprias de lado e seguindo a análise do conto… O texto nos apresenta uma narrativa bem construída, com pitadas de ironia e sarcasmo na medida. O final, quase seco, leva o leitor a imaginar o prolongamento da história – objetivo que somente os bons textos, como o “Duas Confissões”, tendem a cumprir.

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