18. FLORES?

flores

Arte: João Mendonça

Por Henry Assef

Recebi flores e um convite pra degustar uma porção de palavras. Quando vi estava no meio de um velório. Ironias da vida. Pior! Da morte. Cabralzinho, Noêmia, Peixoto. Até parece que existe gente assim. Absurdamente real. Quem lê sente o cheiro, vê o jeito que eles se olham e toda panca dos personagens. Texto bom provoca. Dá papel até pro leitor. CruizCredo! Faz a gente esperar as cenas da próxima página. Morreu mesmo? Nada! Golpe no seguro de vida! Mas não tem lugar melhor que um velório pra desejar vida longa ao escritor. Parabéns, Raul! A boa literatura nunca morre.

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