2. O SILÊNCIO DE UMA INOCENTE

silêncio inocente

Arte: Anyela Hanna

Por Kell Bonassoli

Bem de mansinho, como quem não quer nada, Raul Otuzi nos faz cúmplices da rotina de seus personagens. O envolvimento é tamanho, que não demorou mais do que um parágrafo para que eu já tivesse tomado partido de um lado. Não vou te contar qual, mas você vai saber assim que ler.

A trama nos embala por detalhes cotidianos, cospe em nossa cara aquelas verdades mais íntimas, aquelas que todo mundo finge que não existem. E esta é a grande sacada de Otuzi: parece que é tudo verdade.

“Silêncio de uma Inocente” não é uma ficção travestida de vida, é a vida com o mesmo senso de humor perverso e humano que atinge todos nós.

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